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Livro de Cabeceira - 107.9fmRadio Universidade de Coimbra | Audiobooks, spokenword... |
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129. "Brave New World" (Aldous Huxley) por Aldous Huxley
January 05, 2009 01:06 PM PST
[Emissão Sáb.03.Jan.2008.24h] Depois de termos visitado "1984" de George Orwell no início de 2008, voltamos às sociedades totalitárias na inauguração do ano novo. O convite feito pelo Álvaro Mendes, Henrique Vicente e Nuno Fonseca (triângulo de locutores do programa Laboratorio Chimico) leva-nos a focar os sentidos em torno do escritor Aldous Huxley. "And that after this is accomplished, and the brave new world begins; When all men are paid for existing and no man must pay for his sins..." (Rudyard Kipling, 1919) "Brave New World", conhecida entre nós enquanto "Admirável Mundo Novo", é uma obra para 1931, ancorada num ensaio de uma sociedade futurista ficcionada à luz das problemáticas e das correntes ideológicas que efervesciam naquela altura do século XX. Banda Sonora | Edgard Varèse (1958) - Poem Électronique (OHM The Early Gurus of Electronic Music 1948 1980, CD1). Teremos em audição este sábado, 3 de Janeiro, à meia-noite, uma dramatização radiofónica da CBS de 1956, narrada pelo próprio Aldous Huxley e orquestrada pelo brilhante Bernard Herrmann. Estas emissões, editadas na altura em vinil, foram recentemente reeditadas em CD. 128. "The Coral Sea" (Patti Smith) por Patti Smith
December 28, 2008 08:14 PM PST
[Emissão Sáb.27.Dez.2008.24h] No final de 2008, Paulo Sebastião sugere-nos uma edição deste ano: o poema épico "The Coral Sea" de Patti Smith, interpretado pela própria e musicado ao vivo por Kevin Shields (My Bloody Valentine) no londrino Queen Elizabeth Hall em Setembro de 2006. O poema, escrito em 1996, é uma homenagem ao fotógrafo e amigo Robert Mapplethorpe, vítima de SIDA. «(...) The sky was black and glistening, as if spread with fresh tar (...).» «(...) He liked to work \ He liked to feel \ He didn't like to think \ He didn't have to talk (...)» O spoken-word de Patti Smith sob a guitarra e feitos sonoros de Kevin Shields, em 107.9FM, este sábado, 27 de Dezembro. 127. "L'étranger" (Albert Camus) por Albert Camus - Parte 4
December 27, 2008 07:37 AM PST
"Pour moi, devant ce monde, je ne veux pas mentir ni qu'on me mente. Je veux porter ma lucidité jusqu'au bout et regarder ma fin avec toute la profusion de ma jalousie et de mon horreur." (Noces, A. Camus) 126. "L'étranger" (Albert Camus) por Albert Camus - Parte 3
December 14, 2008 05:54 PM PST
Un meurtre sur une plage
December 08, 2008 03:20 PM PST
[Emissão Sáb.06.Dez.2008.24h] "...J'ai résumé L'Étranger, il y a longtemps, par une phrase dont je reconnais qu'elle est très paradoxale: 'Dans notre sociéte tout homme qui ne pleure pas à l'enterrement de sa mère risque d'être condamné à mort.' Je voulais dire seulement que le héros du livre est condamné parce qu'il ne joue pas le jeu. En ce sens, il est étranger à la société ou il vit, il erre, en marge, dans les faubourgs de la vie privée, solitaire, sensuelle. Et c'est pourquoi des lecteurs ont été tenté de le considérer comme une épave. Meursault ne joue pas le jeu. La réponse est simple : il refuse de mentir. [...] ...On ne se tromperait donc pas beaucoup en lisant dans L'Étranger l'histoire d'un homme qui, sans aucune attitude héroïque, accepte de mourir pour la vérité. Meursault pour moi n'est donc pas une épave, mais un homme pauvre et nu, amoureux du soleil qui ne laisse pas d'ombres. Loin qu'il soit privé de toute sensibilité, une passion profonde, parce que tenance l'anime, la passion de l'absolu et de la vérité. Il m'est arrivé de dire aussi, et toujours paradoxalement, que j'avais essayé de figurer dans mon personnage le seul christ que nous méritions. On comprendra, après mes explications, que je l'aie dit sans aucune intention de blasphème et seulement avec l'affection un peu ironique qu'un artiste a le droit d'éprouver a l'égard des personnages de sa création." 124. "L'étranger" (Albert Camus) por Albert Camus - Parte 1
November 29, 2008 06:04 PM PST
[Emissão Sáb.29.Nov.2008.24h] "L'etranger" é uma das primeiras obras de Albert Camus, vencedor do Prémio Nobel da Literatura em 1957, escritor, filósofo e dramaturgo. Publicado em 1942, integra-se na trilogia «absurdo» do autor e narra, em território argelino (na altura, colónia francesa), o julgamento de Meursault, personagem acusada de ter morto um homem. Albert Camus, na sua leitura de 1954 para a rádio estatal francesa, é a voz a ouvir nos próximos sábados, 29 de Novembro e 6, 13 e 20 de Dezembro, à meia-noite, na Rádio Universidade de Coimbra em 107.9FM. 123. "Erotische Gedichte" (Bertold Brecht) por Blixa Bargeld - Parte 2
November 22, 2008 07:39 PM PST
[Emissão Sáb.22.Nov.2008.24h] «Wenn du mich lustig machst \ dann denk ich manchmal: \ Jetzt könnt ich sterben \ dann blieb ich glücklich bis an mein End. \ Wenn du dann alt bist \ und du an mich denkst \ seh ich wie heut aus \ und hast ein Liebchen \ das ist noch jung»
Capítulos | 20. Die Balade Von Der Sexuellen Hörigkeit (1928); 21. Über Die Untreue De Weiber (Um 1926); 22. Kuppellied (1936); 23. Gedanken Eines Revuemädchen Wärend Des Entkleidingaktes (1935); 24. Zieh Ins Feld Ich Traurig Meiner Strassen (1944); 25. Erinnerung An Die Marie A. (1920); 26. Entdeckung An Einer Jungen Frau (Um 1925); 27. Das Zehnte Sonett (1933); 28. Das Elfte Sonett (Um 1933); 29. Fragen (1934); 30. Ardens Sed Virens (1939); 31. Schwächen (1950); 32. Der Abschied (um 1937); 33. Auch Das Beschädigte (1943); 34. Ein Bitteres Liebeslied (1918); 35. Die Geheimnisse Des Liebeslebens (1953); 36. Der Anstatt-Dass-Song (1928); 37. Oh, Die Unerhörten Möglichkeiten (Um 1918); 38. Das Dreizehnte Sonett (1933/1934); 39. Sonett No.12 (Vom Liebhaber) (1925-1927); 40. Empfehlung Eines Langen, Weiten Rocks (Um 1944); 41. Das Sechste Sonett (1933); 42. Das Siebenste Sonett (1933); 43. Das Dritte Sonett (1933); 44. Wenn Du Mich Lustig Machst (1950); 45. Sieben Rosen Hat Der Strauch (1950); 46. An R. (1950); 47. Erst Liess Freude Mich Nicht Schlaffen (1956). Orquestra de Cabaret | Kurt Weill\Bertold Brecht (Ballade von der Sexuellen Hörigkeit e Pollys Abschiedslied em Die Dreigroschenoper, 1958; Anstatt-Daß com Nina Hagen & Max Raabe, 1999); Arnold Schönberg (Ein Wenig Bewegt e Langsam de Pelleas und Melisande); Ferruccio Busoni, cond. (Prelude Op.28 Nr. 5 de F. Chopin); Kurt Weill por The London Sinfonietta com David Atherton (excertos de Kleine Dreigroschenmusik; Mahagonny Songspiel; Concerto for Violin and Wind Orchestra Op. 12; Happy End); The Comedian Harmonists (Marie, 1930); Ernst Busch (Erinnerung an die Marie A de B. Brecht); Hildegard Knef - Für dich soll's rote Rosen regnen. 122. "Erotische Gedichte" (Bertold Brecht) por Blixa Bargeld - Parte 1
November 15, 2008 07:49 PM PST
[Emissão Sáb.15.Nov.2008.24h] Porque não uma emissão em alemão? Porque não histórias inusitadas de Bertold Brecht na intimidade vocal de Blixa Bargeld? Aceitemos o cocktail, simplesmente por ser irrecusável... Bertold Brecht (1898/1956) é uma figura incontornável e inspiradora da cultura alemã. Além de poeta, a sua influência como dramaturgo e pensador repercutiu-se rapidamente em várias outras formas artísticas, do cinema à música. Blixa Bargeld foi actor numa sua peça de teatro e leu, em 2006, nos 50 anos da sua morte, uma compilação de vários escritos de teor erótico ou sentimental que B.B. foi rabiscando ao longo da sua vida. Algumas histórias são menos conhecidas, outras já foram cantadas em palco. Poucas são cor de rosa, muitas são vermelhas. A voz de Blixa é a pedra de gelo perfeita. Capítulos | 01. Goldene Früchte Hängen (Um 1914); 02. Das Pflaumenlied (1948); 03. Dunkel Im Weidengrund (1920); 04. Liebeslied (Ca. 1918); 05. Die Jungfraunballade (1928); 06. Was Brauchen Den Dirnen Die Stirnen Breit Sein (1920); 07. Durch Die Kammer Ging Der Wind (1920); 08. Keuschheitsbalade In Dur Oder Der Jüngling Und Die Jungfrau (1918); 09. Baals Lied (1918); 10. Über Die Vitalität (1920); 11. Wahre Balade Von Einem Weib (1920); 12. Lied Der Verderbten Unschuld Beim Wäschefalten (1921); 13. Wenn Sie Trinkt, Fällt Sie In Jedes Bett (1937); 14. Balaam Lai In Seinem Dreissigsten Jahr (Um 1921); 15. Das Lied Vom Surabaya-Johnny (1925); 16. Ballade Von Der Hanna Cash (1920); 17. Der Ehesong (1928); 18. Das Hochzeitslied Für Ärmerse Leute (1928); 19. Die Legende Der Dirne Evlyn Roe (1918). Orquestra de Cabaret | Kurt Weill\Bertold Brecht (Die Moritat von Mackie Messer, cantada por Bertolt Brecht em Die Dreigroschenoper, 1928; Liebeslied de Die Dreigroschenoper, 1930, re.1991; Liebeslied für Orchester com Nina Hagen & Max Raabe, 1999; Hochzeitslied für Ärmere Leute em Die Dreigroschenoper, 1958); Separador (International Bertolt Brecht Conference, Poznan 2006); Arnold Schönberg (Adagio de Verklärte Nacht; Lebhaft de Pelleas und Melisande); Kurt Weill\Bertold Brecht (Vollerei Gluttony de Die sieben Todsünden); Hanns Eisler (var. de String Quartet op. 75, 1938; Mariannelied); Ferruccio Busoni, cond. (Polonaise Nr. 2 de F. Liszt; Partita No.2, BWV 1004 de J.S. Bach); Ute Lemper (Alles Schwindel de Mischa Spoliansky). Em alemão, para um primeiro contacto ou para um treino linguístico, ou simplesmente porque nos apetece esta companhia em particular: BB & BB, Bertold e Blixa no cabaret da RUC, em 107.9FM, sábados, 15 e 22 de Novembro - um cocktail à meia-noite sob veludo vermelho. E que saudades do Cabaret Dada... Glotzt nicht so romantisch! 121. "Loucura..." (Mário de Sá Carneiro) por Guilherme Mendonça - Parte 2
November 08, 2008 06:44 PM PST
[Emissão Sáb.07.Nov.2008.24h] "(...) Morto o corpo, amaria a alma só com a sua alma. Isto tudo são loucuras, sei perfeitamente. Apenas no cérebro dum doido podem nascer tais pensamentos. Nós, os "homens de juízo", não pensamos nessas coisas, não pensamos em muitas coisas porque aceitámos a vida tal como ela é, tal como se convencionou que ela fosse; porque nos habituámos a ela. Raul não se habitou. Foi um desgraçado. (...) »Mário de Sá-Carneiro, "Loucura...", Edições Rolim, Lisboa, 1990 (4ª ed.). Quanto à outra, a história de Mário de Sá-Carneiro, contam-na as cartas correspondidas com o companheiro Fernando Pessoa. Banda Sonora | Pablo Casals (Suite para Violoncelo Nr. 5 de J. S. Bach); Henryk Wieniawski (Concerto para Violino Op.2); Antonín Dvořák (Humoresque); Erik Satie (Valse); Camille Saint-Saëns (Le Carnaval des Animaux); Kronos Quartet (Two Studies on Ancient Greek Scales; ;God-music [George Crumb]; Fratres [Arvo Pärt]; String Quartet No. 4 [Ben Johnson]); Phillip Glass & Kronos Quartet (In the theatre; Excellent Mister Renfield; The Castle). "Loucura?! – Mas afinal o que vem a ser a loucura?... Um enigma... Por isso mesmo é que às pessoas enigmáticas, incompreensíveis, se dá o nome de loucos... (...) O meu amigo não pensava como toda a gente... Eu não o compreendia: chamava-lhe doido..." NOTA: Para mais Mário de Sá-Carneiro, relembre-se «Azulejos», uma produção de João Palma e Frederico Carvalho emitida em 2006 na RUC. 120. "Loucura..." (Mário de Sá Carneiro) por Guilherme Mendonça - Parte 1
November 03, 2008 07:19 PM PST
[Emissão Sáb.01.Nov.2008.24h] A vida dá-nos o prazer de conhecer pessoas tremendamente talentosas. Do radialista actor João Vaz, ao irmão matemático sociólogo Nuno Casimiro, ao encantador amigo ilustre ilustrador Alex Gozblau travamos conhecimento com o actor, encenador, dramaturgo, artista plástico e escritor Guilherme Mendonça. A gravação da sua leitura de "Loucura...", texto de Mário de Sá Carneiro, estava há muito perdida numa gaveta. Guilherme-Alex-Casimiro-João-Inês-Ouvinte... 6 graus de separação depois, é-vos apresentada aqui, na antena da Rádio Universidade de Coimbra. "A morte de Raul Vilar foi muito lamentada. Todos os jornais consagraram longos artigos ao grande escultor. Fazendo o seu elogio, escreveram-lhe a biografia, catalogaram-lhe as obras - entre as quais avulta esse admirável baixo-relevo "Amor" - e concordaram unanimemente em que o seu prematuro falecimento havia sido uma grave perda para a arte nacional. Depois, os anos decorreram. Hoje, poucos se lembrarão já do pobre Raul. É por isso mesmo que me decido a falar dele. Para o fazer, ninguém mais competente do que eu. Fui o seu maior amigo, o seu único amigo. Que as minhas intenções não sejam desvirtuadas: este escrito tem por fim simplesmente pôr em evidência todos os elementos que possam servir de base para o estudo duma singularíssima psicologia; que possam tornar compreensível a incompreensível tragédia de uma alma, explicar o inexplicável suicídio.(...)" Mário de Sá-Carneiro, poeta de Orpheu, a quem a tristeza foi companheira de viagem de uns 25 anos de existência, carregou às costas uma compreensão da alma humana que reconhecemos em "Loucura...". Esta é a história, contada pelo amigo, do miserável desespero do escultor Raul Vilar. Guilherme Mendonça | Nascido em Moçambique em 1973, frequentou a Escola Secundária Artística António Arroio e foi ilustrador e criativo publicitário. Frequentou o curso de formação de actores do Instituto Franco-Português tendo nessa altura iniciado a sua carreira no teatro. Em 1997 ingressou o curso de stage manager na londrina Guilhall School of Music and Drama. Possui o grau de Master in Text and Performance Studies pela Royal Academy of Dramatic Arts/King's College. Tem produzido trabalho em várias vertentes, nos dois países – como encenador, dramaturgo e actor: Blatlan, Barraca, companhia Crescer com a Música, Workhorse productions, etc. Tem dois livros publicados: Istmo (poesia) e Tristes Trópicos (teatro) e outras tantas traduções. A sua peça "Loucura" estreou em 2002, no Galleon Theatre em Londres. Em 2004 foi um dos escritores integrados no programa International Residency no Royal Court com a peça "O Sol da Tarde". Recentemente fundou a companhia de teatro Dramascópio, que tem como objecto o desenvolvimento e disseminação de processos de criação dramatúrgica, com início de actividades agendado para 2009. É doutorando na Brunel University, em Londres, onde desenvolve uma tese, aplicada, em dramaturgia. Além de arte e estruturas, pensa muito, em particular, sobre o teatro. Banda Sonora | Pablo Casals (Suite para Violoncelo Nr. 5 de J. S. Bach); Astor Piazzolla (Oblivion); Silvestre Fonseca (Sonata ao Chiado Antigo); John Morris (J. Merrick and Psalm; Pantomime de The Elephant Man); Bernstein (Symphonic Dances); Camille Saint-Saëns (L'Éléphant; Kangourous; Aquarium; Fossiles de Le Carnaval des animaux); Edward Elgar (The Sad Doll de Nursery Suite); Erik Satie (Gnossienne No. 5); Óscar da Silva (5ª Dolorosa); Dead Combo (After Peace, swim twice). Loucura à lua em telhado de zinco escorre memórias: na Rádio Universidade de Coimbra, em 107.9 FM, sábado 1 de Novembro às 24h (1ª parte) e sábado 8 de Novembro às 24h (2ª parte), o Guilherme conta uma história. |
Podcast Summary'Livro de Cabeceira' is a weekly radio show broadcasted by RUC - Radio Universidade de Coimbra (central Portugal) through 107.9 FM with live streaming. 'Livro de Cabeceira' airs audiobooks excerpts, poems, spokenword and new authors willing to record a session at RUC. ****** BLOG http://mesadecabeceira.blogspot.com/ About Ines SaraivaPasso a passo, folha a folha, histórias contadas e por contar. A rádio vasculha a mesa de cabeceira e, entre o candeeiro e a gaveta, descobre o bálsamo de alguém que deixou escrito o que podia ter dito. Os autores de hoje e de anteontem em palavras suspensas no éter. Livro de Cabeceira - sábados à meia-noite, leitura marcada em 107.9fm. Previne a miopia e alarga o léxico. Recomendado pelos melhores especialistas: os líricos. ******* BLOG http://mesadecabeceira.blogspot.com ******* Descrição: O 'Livro de Cabeceira' é um programa semanal da Rádio Universidade de Coimbra (RUC) com emissão na zona centro de Portugal em 107.9FM e online. O programa dá espaço de antena a excertos de livros áudio, poemas, discurso cantado e a novos escritores disponíveis para uma sessão de gravação na RUC. ******* Description: 'Livro de Cabeceira' is a weekly radio show broadcast by RUC - Radio Universidade de Coimbra, in Portugal, on 107.9 FM with live streaming. 'Livro de Cabeceira' airs audiobooks excerpts in different languages, poems, spokenword and new authors willing to record a session at RUC. Aired since 2005: saturdays at midnight (GMT). Followers
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